Se você jogou Brasfoot, conhece o ritual: baixar, instalar, procurar o patch da temporada, e jogar naquele computador. O RetroFoot nasceu para tirar esse ritual da frente — abre no navegador e a primeira partida acontece em menos de um minuto. Abaixo, os dois lado a lado, com o que cada um faz melhor.
Comparativo, critério por critério
| Critério | Brasfoot | RetroFoot |
|---|---|---|
| Precisa instalar? | Sim — baixa e instala | Não — abre no navegador |
| Tamanho do download | Instalador de PC (leve, mas é download) | Nenhum — é uma página que carrega |
| Onde roda | Windows | Qualquer navegador atual — Windows, Mac, Linux, celular, tablet |
| Celular | Não tem versão de celular | Sim (o desktop mostra mais recursos de uma vez) |
| Onde fica o save | Naquele computador | Na nuvem — troca de aparelho sem perder a carreira |
| Um jogador | Sim | Sim — Modo Solo, com a 1ª temporada grátis |
| Vários jogadores | Historicamente, o mesmo computador | Modo Resenha: até 10, online, cada um no seu aparelho |
| Ligas jogáveis | Muitas — é o forte dele | Brasil: Séries A, B, C e D |
| Competições brasileiras | Presentes | Quatro divisões + Copa do Brasil + Libertadores + Sul-Americana |
| Mercado de transferências | Dentro das ligas do jogo | Mundial desde a 1ª temporada, de ida e de volta |
| Nomes reais de jogador | Editor próprio + patches da comunidade | Elencos reais com nomes fictícios; clubes pelo apelido |
| Estilo e gráficos | 2D, direto, foco em tabela e números | 2D retrô, com partida ao vivo lance a lance |
| Atualização oficial | Última edição: 22-23 | Contínua |
| Futebol feminino | — | Sim, mesmos clubes e calendário |
| Custo para começar | Grátis, com registro gratuito opcional | 1ª temporada do Modo Solo grátis |
Dados do Brasfoot conferidos no site oficial em 21/09/2026. Edição, plataformas e condições mudam — confirme na fonte antes de decidir.
A diferença que pesa mais: não precisar instalar
Parece detalhe e não é. Sem instalação, o jogo funciona no computador do trabalho, no notebook emprestado, no celular na fila do banco — e continua a mesma carreira, porque o save mora na nuvem e não naquela máquina. Some o "depois eu baixo", que é onde morre a maior parte da vontade de jogar.
E some também a dependência de sistema operacional: o Brasfoot pede Windows. Quem está num Mac, num Chromebook ou só no telefone não tem por onde entrar.

A resenha deixou de precisar de uma sala só
Nos managers de PC, "vários jogadores" quase sempre significou o mesmo teclado, passando de mão em mão: exige a turma junta, no mesmo horário. O Modo Resenha resolve isso — cada um entra do próprio aparelho, o sorteio distribui os clubes com todo mundo assistindo, e a semana só vira quando o último jogar. Ninguém tem o time simulado pelas costas por ter demorado.

Onde o Brasfoot ganha
Seria desonesto fingir que não: ligas jogáveis. O Brasfoot é a escola da coleção, e sentar num clube de fora do Brasil é algo que ele faz e o RetroFoot ainda não. E tem um patrimônio que nenhum jogo compra pronto: a comunidade de patches, que mantém elencos em dia por conta própria há anos.
Se o que você quer é colecionar ligas e times do mundo inteiro, ele serve melhor. O comparativo dele com o Football Manager está em Brasfoot vs Football Manager.
Onde o RetroFoot ganha
- Zero instalação — abre como qualquer site, em qualquer sistema.
- Multiplayer online de verdade — até 10 treinadores, cada um no seu aparelho.
- Celular — a mesma carreira no telefone, com o save na nuvem.
- Mercado mundial — negocia com clubes de fora desde a primeira temporada.
- Carreira com memória — troféus, sondagens e ranking de treinadores.
- Atualização contínua, sem esperar a edição do ano.

Sobre os nomes, que é a dúvida mais comum
Nenhum manager gratuito traz os nomes oficiais de fábrica, porque nome de clube e de atleta é marca registrada. No Brasfoot, quem preenche essa lacuna é a comunidade de patches. No RetroFoot, os clubes aparecem pelo apelido da torcida — o ABC é o Elefante Potiguar — e os elencos são os reais de cada clube com nomes fictícios.
E não é só coisa de jogo grátis: o Football Manager, que custa quase R$ 300, mostra os clubes brasileiros como sigla de três letras — "GRE" em vez de Grêmio — da Série A até a C, também por licenciamento. É uma restrição do gênero, não um atalho de quem faz o jogo.
Em uma frase
- Brasfoot: a escola da coleção — muitas ligas, patches da comunidade, no seu Windows.
- RetroFoot: a escola de abrir e jogar — navegador, celular, save na nuvem e a turma na mesma liga.
Abrir o RetroFoot e pegar um clube — de graça, sem baixar nada. Ou veja o comparativo com o Football Manager.